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Mudanças nas OSs devem gerar economia de R$ 10 milhões por mês

Ronaldo Caiado em reunião com Anderson Máximo

O governador Ronaldo Caiado afirmou que a troca de Organizações Sociais (OSs) responsáveis pela gestão de unidades de saúde no Estado deve gerar economia de cerca de R$ 10 milhões por mês, além de um incremento de 28% no total de atendimentos. “Meu compromisso é com sete milhões de goianos. Podem ter certeza que todos os hospitais de Goiânia vão funcionar com mais eficiência e melhores resultados para os pacientes”, afirmou Caiado em entrevista à Rádio Interativa FM na última terça-feira, dia 01.

Segundo o governador, a transição das organizações sociais (OSs) responsáveis pela gestão de unidades será exatamente como a lei determina, respeitando todas as etapas cabíveis. “Haverá total transparência no uso do dinheiro público. Mas, o que precisamos é economizar. Não posso manter estruturas que não correspondiam às necessidades do Estado”, declarou.

Entre as medidas legais tomadas pelo Governo de Goiás com relação à gestão, foi realizada a mudança na forma de qualificação e seleção das OSs, por meio de alteração na legislação estadual que trata do tema, aprovada na Assembleia Legislativa de Goiás e que contou com articulação da Secretaria da Casa Civil. De acordo com o titular da pasta, Anderson Máximo, a nova proposta trouxe mais austeridade aos contratos celebrados pelo Governo de Goiás ao permitir uma maior participação, atraindo entidades de todo o País.

“Nós retiramos entraves como o que exigia a interferência do poder público no conselho administrativo das OSs, proibimos a contratação de instituições que tenham proprietários ou parentes na administração pública, além de exigir a comprovação de experiência na área”, lembrou o secretário. A Casa Civil também é responsável pela análise da documentação apresentada e por qualificar a entidade como organização social, nos termos da nova Lei de OSs. Apenas após esse reconhecimento as instituições podem concorrer às licitações para gerir unidades de saúde.

O governador enumerou uma série de providências que vem sendo tomadas para melhorar a saúde pública em Goiás. “Hoje são 55 novos leitos de UTI. Não se ouve mais falar da crise do Materno Infantil, que resolvemos”, citou, destacando ainda a inauguração das primeiras policlínicas no Nordeste goiano e a reestruturação de hospitais que estavam desativados, como a Santa Casa de Catalão e de Anápolis; o Hospital Padre Tiago, em Jataí e o Hospital São Pedro de Alcântara, na Cidade de Goiás.